MR 09 - A revista Tipití e suas recentes contribuições para o conhecimento sobre as Terras Baixas da América do Sul
Coordenação
João Roberto Bort Júnior (PPGA/UFPE)
Participantes
Antonio Guerreiro (UNICAMP), Cecilia McCallum (UFBA), Tatiane Maíra Klein (Instituto Socioambiental (ISA))
A Antropologia deve boa parte de seu desenvolvimento epistêmico às pesquisas realizadas no Brasil. Um exemplo indubitável são os estudos etnológicos conduzidos por antropólogos(as) brasileiros(as) e estrangeiros(as) junto aos povos indígenas de diferentes regiões do território nacional. Seus rendimentos etnográficos encontram-se dispersos em inúmeros livros, anais de eventos acadêmicos e periódicos científicos - entre os quais se destaca a Tipití, revista da Sociedade de Antropologia das Terras Baixas da América do Sul (TBAS). Desde seu primeiro volume, publicado em junho de 2003, a revista tem divulgado, com frequência bastante irregular, diversos manuscritos redigidos em inglês. A eleição de uma equipe editorial, em 2022, formada por antropólogas(os) lusófonas(os) e pesquisadores(as) vinculados(as) a instituições brasileiras transformou significativamente o cenário da revista. Uma mudança notável é o aumento expressivo de trabalhos publicados em língua portuguesa e espanhola, especialmente daqueles escritos por autores indígenas. Nesta Mesa-Redonda, pretendemos avaliar as contribuições que pesquisadores(as) indígenas e não indígenas do Brasil e/ou de Portugal trouxeram para a produção e a divulgação do conhecimento etnológico sobre as TBAS a partir da revista, bem como apresentar os objetivos da mais nova equipe editorial, também composta por brasileiros(as). Consideramos ser um momento oportuno para refletir sobre os rumos que a Tipití tem apontado para esse campo do saber.
Títulos e Resumos
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Entre Tradições e Transformações: 20 da Revista Tipití e os Desafios da Publicação Científica em Etnologia Indígena
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Novos trançados para a Tipití: experiências junto à edição colaborativa
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