MR 41 - Etnografias da morte e do morrer; experiências pluriversas: Argentina, Brasil e Benim
Coordenação
Hippolyte Brice Sogbossi (UFS)
Participantes
César Iván Bondar (CONICET), Alexandre Magno de Aquino (UFRGS), Hippolyte Brice Sogbossi (UFS)
Em homenagem a Cauê Fraga Machado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, colega falecido em abril de 2025, e que teve uma contribuição decisiva na futura publicação dos trabalhos que se seguem, abrimos a presente mesa com o intuito de não só apresentar os resultados de etnografias já elaboradas sobre a temática da morte e do morrer; mas também de destacar a universalidade, pluridiversidade e riqueza de um assunto muitas vezes considerado tabu. Entre os estudos do Cauê, a antropologia da morte era uma preocupação teórico-metodológica importante para compreender seus estudos sobre o corpo, alimentação, a questão racial, notadamente, com quilombolas. Essa atenção ao tema levou ao pesquisador reunir, juntamente, com O Prof. Dr. Hippolyte Brice Sogbossi, diversos pesquisadores, o que permite que o dossiê Antropologia da Morte, a ser publicado na Revista Mana, adquira uma amplitude de investigação, especialmente com a riqueza das etnografias, que possibilita às novas gerações de antropólogos usufruírem do seu legado profundamente investigativo, contribuindo uma vez mais, e como sempre o fez, com o desenvolvimento da nossa disciplina. Serão apresentados e discutidos, sucessivamente, artigos de César Iván Bondar (Argentina), Alexandre Aquino (Brasil) e Hippolyte Brice Sogbossi (Benin).
Títulos e Resumos
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As transformações históricas e o ritual do kiki: alteridades, xamanismo e as prestações rituais que orientam as relações entre as metades exogâmicas kaingang
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Parentesco e rituais de morte entre os fon de Abomey, Benin: um estudo de hierarquia e distinção.
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