GT 003 - A ANTROPOLOGIA PARA ALÉM DA ACADEMIA: pesquisas aplicadas, metodologias criativas e desenvolvimento profissional
Coordenação
Patricia Trindade Maranhão Costa (UNB), Ana Rocha (UFRGS)
A partir do olhar disciplinado adquirido na formação em Antropologia, avançamos em uma postura crítica e reflexiva para além da academia. Isso resultou em estudos estratégicos que expandiram os saberes disciplinares na interação com metodologias criativas em diferentes espaços. Para ampliar tais reflexões queremos estimular a troca de experiências e trajetórias de antropólogas cujas atuações profissionais resultaram em diferentes modos de olhar a Antropologia brasileira no século 21. Foram conquistados novos espaços para práticas antropológicas delineadas em projetos implementados a partir de instituições públicas, privadas, organismos internacionais e organizações da sociedade civil, alocados de forma fixa ou flexível, permitindo o acompanhamento estratégico de temáticas cruciais para o desenvolvimento social. Neste GT, estamos abertas a artigos, ensaios, mostras de experimentos e dispositivos criativos que nos permitam entender como os horizontes da Antropologia têm sido ampliados para além da academia. Buscamos identificar caminhos a serem trilhados criando uma oportunidade de reflexão sobre a atuações profissionais que partem da etnografia, e que primam pelos critérios éticos e epistemológicos da Antropologia, resultando em novos conceitos e categorias que ajudam a construir novas práticas sociais em diferentes contextos e divulgados em espaços diversos.
Títulos e Resumos
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Antropologia aplicada e patrimônio imaterial: uma análise da trajetória do CEFOL em Caxias (MA)
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Entre encantarias, desenhos e pinturas: uso da arte como ferramenta etnográfica e afetiva em comunidades de várzea amazônica (Pará-Brasil).
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Acervos Etnográficos e Repositórios Digitais: cidade, memória ambiental e tempo em formas pluriversas e diferentes linguagens.
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Vendo o Estado por dentro: pesquisa aplicada e participação social no Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social
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Da crítica Kaingang, à construção de uma loja online de artesanato: alguns registros de uma etnografia dita colaborativa
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Antropologia aplicada e políticas públicas: a experiência das Estações Tech no Maranhão
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Karênhpo Apinajé é cultura cannábica ancestral: relatos de uma oficina "ready made" de introdução ao audiovisual com jovens indígenas da aldeia Cipozal
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Antropologia para além da academia: coprodução de tecnologias sociais digitais em contexto amazônico
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O uso do GenoPro como metodologia em pesquisas antropológicas com comunidades quilombolas
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Direitos, questão agrária e conflitos territoriais: reflexões sobre a experiência da extensão universitária e da assessoria jurídica popular no Semiárido Mineiro
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