GT 050 - Corpos em Ato: Performance, Ritual e Decolonialidade
Coordenação
Giovanni Cirino (UEL)
Rubens Silva (UFMG)
Sessão 1
Pessoa debatedora
Mayara Amaral dos Santos (USP)
Sessão 2
Pessoa debatedora
Pâmilla Vilas Boas Costa Ribeiro (USP)
Sessão 3
Pessoa debatedora
Fernanda Marcon (UFFS)
Este GT propõe debater as teorias da performance na antropologia e suas interlocuções com perspectivas interseccionais e decoloniais provenientes da América Latina, do Caribe, da África e de diásporas diversas. Discute-se performance como prática social, estética e política; corpo, ritual, teatralidade, representação e agência; performance como método, como episteme e como crítica das formas hegemônicas de produção de conhecimento. Ao estabelecer o diálogo das abordagens da performance com perspectivas do debate sobre de(s)colonialidade, o grupo pretende problematizar as formas hegemônicas de representação e interpretação antropológica, interrogando as condições coloniais que moldaram a disciplina e as possibilidades de sua reconfiguração. Serão discutidas etnografias que evidenciam práticas performativas como estratégias de resistência, reinvenção identitária, insurgência estética, epistêmica e produção de mundos. Interessam-nos especialmente as contribuições de povos indígenas, afro-diaspóricos, coletivos feministas, queer e movimentos sociais, que mobilizam a performance como tecnologia de vida, método de crítica e instrumento de reexistência. O GT convida, assim, pesquisadores que articulem teoria e prática em seus trabalhos, ampliando o diálogo entre antropologia, artes da performance e epistemologias decoloniais.
Títulos e Resumos
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Tragédia na Amazônia: uma reflexão antropológica sobre tragédia, ativismo e ética em projetos teatrais colaborativos
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Corpo-Território e Ancestralidade: Mediunidade como Prática Política Afrocentrada
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Epistemologias Encarnadas: Ballroom e Transfeminismo Contra o Regime de Verdade do Gênero
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O corpo insurJente como uma habitação depois do fim: a performance de Olinda Tupinambá na e da luta
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O que sustenta um processo de criação coletiva com o corpo? Uma etnografia sobre o Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre de 2025.
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Escrevivências de mulheres negras faveladas
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Performances, feitiços e fabulações na produção historiográfica do território das marakanãs
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