GT 016 - Antropologia das Aprendizagens: etnografar processos de transformação
Coordenação
Mylene Mizrahi (PUC-RIO)
Maximiliano Rúa (Facultad de Filosofia y Letras Universidad de Buenos Aires)
Sessão 1
Pessoa debatedora
Mylene Mizrahi (PUC-RIO)
Sessão 2
Pessoa debatedora
Chantal Medaets (Unicamp)
Sessão 3
Pessoa debatedora
Eduardo Di Deus (UNB)
A antropologia tem proposto contribuições originais para um campo majoritariamente explorado pela psicologia e pela educação. Com este GT, visamos reunir pesquisas etnográficas sobre processos de aprendizagem que envolvem a transformação de pessoas, coisas e ambientes, bem como a dinâmica relacional estabelecida entre eles. Desejamos contribuir para uma abordagem antropológica das aprendizagens, destacando o lugar que a prática ocupa nas estéticas e nas poéticas do aprender, trazendo para o centro de nossos interesses o engajamento do corpo, a ordem do sensível e a consideração da vida material. Focalizamos processos criativos que produzem mudanças que impactam nossa cognição, nosso corpo e nossa atenção, ao mesmo tempo que produz efeitos nos seres e coisas que compõem nossa rede de relações. Como captar essas mudanças? Quais as especificidades de uma etnografia interessada nas transformações da aprendizagem? Que práticas possibilitam esses processos de transformação? Acolheremos investigações que tomem a aprendizagem como problema de pesquisa ou revisitem pesquisas para repensar a aprendizagem das práticas e da etnografia. Temas de interesse incluem práticas artísticas, desportivas, de aquisição de ofícios e em ambientes escolarizados, explorando aspectos como artefatualidade, técnica, trabalho, artesania, escola e educação intercultural e indígena, considerando as coisas – plantas, sons, cabelos, vestuário, rios, mares – e o ambiente: natural, rural, urbano, arquitetônico.
Títulos e Resumos
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Produção artesanal de canoas em miniatura. Um estudo etnográfico sobre a Oficina Escola Naval Mestre Harildo, Arraial do Cabo, RJ.
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Transformação da masculinidade no tatame: aprendizagens e práticas sociais em uma academia de Jiu-Jitsu
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Olhamos a mesma coisa e vemos coisas diferentes: os muitos significados de uma árvore no Centro Acadêmico do Agreste.
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"A Jurema é uma ciência fina": pensando novas abordagens epistemológicas a partir de velhos saberes e práticas
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Um salão de possibilidades: Cabelos de Angel Braids
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El quehacer científico en Antártida: relaciones intergeneracionales y heterogéneas valoraciones en torno a los diversos saberes y a la "experiencia antártica"
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Aprendiendo a comunar en la pista de longboard
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FestPraRua: políticas culturais, aporofobia e vulnerabilidades no centro de São Paulo
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Educação Ambiental em Espaços Não Formais: uma etnografia das práticas educativas no Aquário Amazônico da UFPA
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O Corpo com Deficiência como Pedagogia: Interseccionalidade e Transversalidade no Movimento Brasileiro de Mulheres Cegas e com baixa visão (MBMC)
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É NÓIS NA PESQUISA: Possibilidades de (trans)formação por meio da inserção no audiovisual
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Quilombo do Grotão e suas formas de aprendizagem através do Samba
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Educação viva e transatrevimentos pedagógicos: aprendizados, gênero e escuta na escola
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"Eu disse coisas que doem mais que um soco": experiências de dois grupos reflexivos com homens que descumpriram medida protetiva
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