GT 031 - Antropologia Feminista no Brasil: entre modos de fazer inventivos, saberes engajados e desafios políticos
Coordenação
Alinne de Lima Bonetti (UFSC)
Elisete Schwade (UFRN)
Sessão 1
Pessoa debatedora
Susana Rostagnol (udelar)
Sessão 2
Pessoa debatedora
Miriam Steffen Vieira (UFRGS)
Sessão 3
Pessoa debatedora
Elisete Schwade (UFRN)
Desde meados dos anos 2000, temos buscado mobilizar reflexões sobre o fazer antropológico feminista no Brasil bem como reunir pesquisadoras que compartilhem deste modo de fazer engajado que se materializou, em 2006, na Rede Brasileira de Antropologia Feminista. Na rede nos conectamos e debatemos sobre o então incipiente campo antropológico feminista brasileiro em uma lista de discussão virtual, que se desdobrou em comunidade numa rede social. Desde então, nos reunimos na 26ª Reunião Brasileira de Antropologia, no Fazendo Gênero 10, no Fazendo Gênero 13 e na XV Reunião de Antropologia do Mercosul. De lá para cá a antropologia feminista brasileira se ampliou, se multiplicou, se disseminou e se fortaleceu no diálogo com redes internacionais. No marco da 35ª. RBA, aos vinte anos daquele momento inicial, gostaríamos de celebrar e dar continuidade aos encontros. Nossa proposta é a de reunir trabalhos que abordem o fazer antropológico feminista, suas diferentes possibilidades e formas de concepção, desafios e inovações metodológicas e éticas diante de cenários etnográficos contemporâneos, formas de resistência ao avanço do neoliberalismo e ao retrocesso na agenda de gênero entre outras temáticas de interesse antropológico feminista. Nossa proposta é a de recobrirmos de maneira ampla as diferentes possibilidades e questões que podem emergir do diálogo entre a antropologia e os feminismos contemporâneos como formas criativas e imaginativas de produção de conhecimento.
Títulos e Resumos
-
Autoetnpgrafia feminista
-
Tecituras de Insubmissão: Agências Femininas, Redes de Cuidado e a Produção do Viver no Assentamento Denis Gonçalves (MG).
-
Redes, feminismos e tecnociência: um panorama da experiência de consolidação da Rede Latinoamericana de Antropologia Feminista das Ciências e da Tecnologias (RAFeCT)
-
Entre linhas e agulhas: uma etnografia sobre mulheres com câncer de mama.
-
Fazer campo nos puteiros autobiográficos: as grafias de vida em diálogo com a Antropologia Feminista
-
Direito à dignidade de pessoas trans no pós-morte: a violência do poder absoluto da família nas decisões funerais
-
Por uma antropologia de enfrentamento ao feminicídio: rodas de conversa e ação comunitária
-
Etnografando as negociações entre duas organizações feministas, no Brasil e em Cabo Verde, em torno de uma agenda de combate à violência de gênero
-
Fazer antropológico, fazer desabafo: por uma escuta etnográfica com mulheres negras cuidadoras
-
Sentir para resistir: a escrevivência das emoções femininas como forma de transcendência e liberdade
-
Arquivo lésbico e suas grafias: relato de uma curadoria artística-antropológica
-
Feminismo, docência e pesquisa: uma experiência de etnografia colaborativa com estudantes mães na Educação do Campo
-
Prazer, gênero e leitura: uma abordagem feminista sobre mulheres leitoras de literatura erótica
-
Entre a dor e o cuidado: emoções, acolhimento e resistência de mulheres periféricas em uma etnografia sobre violência de gênero em São Gonçalo
-
Tarot, Trabalho e Mulher: uma etnografia em circuitos esotéricos na cidade do Recife (PE)
Nenhuma atividade encontrada.