GT 108 - Racismo Institucional, Políticas Públicas e Ações Afirmativas: o fluxo do debate antirracista e seus enfrentamentos cotidianos
Coordenação
Denise Fagundes Jardim (UFRGS)
Marcos Silva da Silveira (UFPR)
Sessão 1
Pessoa debatedora
Waldemir Rosa (UNILA)
Sessão 2
Pessoa debatedora
Waldemir Rosa (UNILA)
Sessão 3
Pessoa debatedora
Waldemir Rosa (UNILA)
O Racismo Institucional é um fenômeno político e o Racismo Estrutural toma uma dimensão econômica e histórica. A partir dessa consideração, a proposta reúne trabalhos sobre Racismo Estrutural e Racismos Institucionais em uma perspectiva antropológica. Reuniremos pesquisadores que examinam tais conceitos nas políticas públicas e na atuação de organismos não governamentais. Esses conceitos tem alcançado um uso amplificado na sociedade brasileira contemporânea, mas ainda figuram com declinações que abarcam situações de auto justificação e banalização dos racismos que buscam denunciar. Damos continuidade ao GT realizado na RBA de 2024, em que examinamos políticas afirmativas e ações de inclusão social, através das apreciações de pessoas beneficiadas pelas mesmas. Evidenciaram-se ali outras situações de discriminação negativa e preconceitos operacionalizados e que traziam à tona novas faces do racismo e das lutas por reconhecimento. É consenso de que o racismo possui uma dimensão individual, manifestada por algumas pessoas em algumas circunstâncias, mas é urgente dar atenção às dimensões institucionais, presentes em políticas públicas universalistas ou mesmo dificultando a implementação das próprias políticas reparatórias. O GT reúne trabalhos sobre racismo institucional em dois eixos:1) A Interseccionalidade e como o preconceito racial se articula com outras exclusões sociais; 2) A noção de branquitude e os processos contemporâneos de branqueamento e ocidentalização da população.
Títulos e Resumos
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Trajetórias quilombolas na pós-graduação: desafios e conquistas no acesso e permanência de estudantes da região nordeste do Brasil.
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Itinerários legislativos da Lei do Racismo no Congresso Nacional
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Labirinto interseccional: análise das desigualdades de gênero e raça no ensino superior a partir das trajetórias profissionais de docentes negras na Universidade de Brasília (UnB)
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Qual fé pode ser fiscalizada?: racismo religioso e perseguição às religiões afro-brasileiras
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Do vidro ao concreto: configuração das dinâmicas de desigualdade de gênero e raça no serviço público do Distrito Federal
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A "(re)cientifização da raça": os manejos da antropologia e do direito no discurso anti bancas de heteroidentificação racial.
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Novos Corpos, Velhos Códigos: Diálogos Intergeracionais e Disputas de Sentido no Vestibular 60+.
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Mapeando a antropologia negra no/do Mato Grosso do Sul: perspectivas de discentes e egressos negros em cursos de pós-graduação
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Desestabilizando a branquitude: notas reflexivas sobre processos institucionais e ações afirmativas no campo da saúde pública
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Ação Afirmativa em perspectiva comparada: os casos do Brasil e da África do Sul
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Nós quem? Entre silenciamentos, insubmissões e a emergência da Antropologia Negra no Brasil
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Repercussões das ações afirmativas na trajetória de mulheres negras no ensino superior
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Entre dores e resistências: experiências de pessoas com Doença Falciforme na Paraíba
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Por uma Antropologia Negra no Brasil: Documentação de agências e autorias de pessoas negras na antropologia.
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