| Identidades Sociais e Territórios Intersticiais na Contemporaneidade. Anamaria Morales – doutoranda do PPGA- FFCH / UFBA A associação da globalização à constituição de fluxos, redes e identidades múltiplas paralelos à desterritorialização, gerou novas metáforas opondo a estabilidade/fixidez (o conhecido)às mobilidades e à travessia de fronteiras(o diverso). Focam sobre os “nomadismos contemporâneos”– migrações, diásporas, viagens, cruzamento de fronteiras e sua articulação c/ a identidade social dos atores, seus efeitos políticos e existenciais. Novas propostas teóricas tentam abarcar fenômenos atuais identificados como fluxos, mobilidades e hibridez -a Antrop. das fronteiras e a Antrop. do Movimento (Tarrius,2000). Em ambas, o empenho em capturar criações territoriais inéditas, não limitadas pelo espaço físico,que introduzem algo novo enqto áreas de liminaridade. A 1ª descreve p/ além da fronteira política,1 fronteira metafórica, zona cultural entre “lugares estáveis”, territórios intersticiais/ fronteiriços onde há espaço p/ a ação (Agency)no manejo da cultura.A 2ª aponta p/os territórios circulatórios,identidades híbridas,o cruzamento de fronteiras simbólicas e sociais;o desafio às estabilidades por “nômades” contemporâneos, travessias no espaço que são sempre travessias das hierarquias sociais. Fluxos, fronteiras e híbridos- palavras-chave p/ 1 Antrop. transnacional (Hannerz,1997),geram polêmicas e desafio p/ 1 macroantropologia q. trate da interconexão das culturas. |