| Trata da identificação e a análise dos aspectos fossilizados enquanto significados presentes na relação intergeracional e da compreensão da rememoração e transmissão cultural em comunidades de pescadores no litoral de Alagoas. Apresenta o estudo com a geração dos moradores mais antigos por meio de conversas sobre a infância no lugar com ênfase aos contos e lendas que lhes foram transmitidos. O diário de campo relata as observações naturalistas em ambiente público. Os resultados evidenciam que a existência de espaços físicos é um aspecto importante na rememoração. Assim se apresentam as imagens representativas do passado nas ainda existentes “ruínas do leprosário”; caracterizam o lugar no passado enquanto deserto, sem casas e raras pessoas. O ato de contar e inventar histórias são atividades dos avós e mantidos pelo hábito de consertar rede e de “jogar conversa fora” nas calçadas. |