| Diante da abertura de novas políticas públicas para povos indígenas no país, novas bases de diálogo se estabelecem e velhos desafios se impõem. O diálogo difícil entre as necessidades indígenas e a burocracia estatal, as organizações indígenas como agentes ativos na proposição de políticas e o desafio de romper com o senso comum que ainda insiste em visualisar os índios como tutelados são temas dessa trabalho, que tece reflexões em cima da experiência do programa Carteira Indígena no Nordeste e da bibliografia antropológica relacionada ao desenvolvimento econômico nas populações indígenas desta região. |